Desenvolvimento de liderança com ciência do comportamento

Pare de treinar liderança. Comece a instalar o comportamento que fica.

A gente mede como cada líder conduz o time hoje, ensina o que falta, e acompanha até o comportamento mudar. O resultado aparece nos números que a sua empresa já acompanha.

Trouxe vários líderes da equipe e foi unanimidade. Nível de overdelivery absurdo. Entrega mais do que promete.

Luiz Brito, CEO, Escopa Peritos em Campo

Reflete no faturamento e na relação interpessoal da equipe. Mudou completamente como a gente liderava. Venho do marketing e me surpreendi.

Igor Kawabe, Diretor de Marketing

Profissionalismo, competência, responsabilidade. Querer fazer o melhor. Não vi pontos de melhoria.

Lucas Montenegro, CEO, Vivare Engenharia

O custo

Toda empresa já paga por ter líderes despreparados.

O preço mora em três lugares que a sua empresa já mede: quem sai, quanto a meta entrega, e o quanto uma área se parece com a outra.

42%

Turnover

Numa pesquisa com quem pediu demissão, 42% disseram que o gestor ou a empresa poderia ter evitado a saída. Na planilha do RH, isso se chama custo de reposição.

Gallup, 2024

23%

Produtividade

Os times mais engajados dão 23% mais lucro que os menos engajados. E quem define o quanto um time se engaja, e o quanto ele entrega, é o líder direto dele.

Gallup, 2024

Sem padrão

Cultura

Sem um padrão de liderança, cada gestor conduz do jeito dele. O cliente sente ao trocar de contato, e o candidato sente na entrevista.

Esse preço tem uma causa, e ela é mais simples do que parece.

Os sintomas

O problema não é atitude. É uma lista do que ninguém ensinou a fazer.

São as mesmas cinco, em qualquer empresa e em qualquer setor. Quase toda empresa já comprou treinamento nas cinco, e o comportamento continua o mesmo.

  1. Dar e receber feedback

    Ele não sabe dar o feedback que orienta a pessoa a fazer o certo, então o mesmo erro se repete. E também não sabe receber.

  2. Gestão de conflitos

    Ele não sabe gerir o conflito entre as pessoas do time, e isso prejudica o clima e a performance da equipe.

  3. Comunicação assertiva

    Ele não sabe se expressar nem falar com o time de um jeito que engaje, então a mensagem não chega e as pessoas não andam.

  4. Gestão do tempo

    Ele não sabe delegar, então assume a operação em vez de fazer gestão, e o time fica esperando a mesa dele.

  5. Inteligência emocional

    Ele não sabe lidar com as próprias emoções, e não constrói um ambiente emocionalmente saudável para a equipe.

A resposta padrão para essa lista é comprar mais um treinamento. Foi o que já aconteceu nos cinco.

Por que treinamento não resolve

Treinamento ensina o que fazer. Não muda o que o líder faz no automático.

11%

De mais de 500 executivos ouvidos, só 11% concordaram totalmente que o programa de liderança da empresa deles entrega e sustenta o resultado esperado.

McKinsey, 2017
335

pesquisas reunidas num só estudo mostram onde mora a diferença. Formação de liderança muda comportamento quando tem diagnóstico antes, prática depois, e encontros espalhados ao longo do tempo. E rende muito menos quando é um evento só.

Lacerenza e colegas, 2017

Não é porque a aula é ruim. É porque o que a aula instala, o esquecimento desinstala em semanas. E na pressão do dia o líder não usa o que ele aprendeu na sala. Ele usa o que já está instalado nele.

O problema não é a aula. É o que não acontece depois dela.

O que a gente faz diferente

Dar aula é a segunda etapa de quatro. Quem para nela não muda ninguém.

Mudar comportamento tem quatro etapas, e elas têm ordem. A maior parte dos programas faz uma só.

01

Mapear

Antes de qualquer aula, cada líder descobre como ele lidera hoje. Não é opinião do chefe nem autoavaliação solta. É medição, com nota em cada um dos cinco mecanismos, e com o retrato do time dele do lado.

02

Educar

É a aula, e ela existe. A diferença é que cada líder chega nela sabendo o que falta nele. O conteúdo é lido contra o retrato dele, e não contra a média da sala.

03

Fixar

Aqui é onde quase todo programa para, e é onde o dinheiro evapora. Nas semanas seguintes o líder pratica uma coisa por vez, mirada no que o diagnóstico apontou, e o que ele faz fica registrado.

Onde quase todo programa para
04

Implementar

O comportamento novo entra na rotina dele e chega ao time. No fim, a gente mede de novo, com a mesma régua do começo, e compara.

A etapa 2 sozinha é um curso. As quatro juntas são um sistema.

Boa parte disso se instala num lugar só.

A plataforma

A plataforma é onde as etapas 3 e 4 acontecem.

Ela não existe para o líder ficar dentro dela. Ele entra, vê a prioridade da semana, e volta a trabalhar. O lugar dele é na operação, com o time.

O diagnóstico

Nota em cada um dos cinco mecanismos, e o retrato de como aquele líder conduz hoje.

Tela do diagnóstico DRIVE com as notas nos cinco mecanismos.

A prática

Uma coisa por vez, mirada no que o diagnóstico apontou.

Tela de prática com o pilar da semana e o índice de consistência.

O time

Quem está praticando e quem esfriou, sem expor o que cada líder escreve.

Tela da equipe com a consistência de cada líder.

Telas da conta de demonstração, com dados fictícios.

Saiba mais sobre a plataforma

E as quatro só funcionam porque existe uma régua por trás delas.

Por que funciona

Cinco mecanismos comportamentais moldam o que um time faz. O DRIVE age sobre os cinco.

Não é opinião sobre gestão. Cada mecanismo tem literatura com autor e data. O que o método ainda não demonstrou, a gente diz antes de você perguntar.

D

Defaults

Os hábitos e rituais que guiam o time no automático.

R

Rewards

O que a empresa de fato reconhece e reforça.

I

Influência

O que o time aprende olhando os líderes e os colegas.

V

Valores e Metas

A clareza de para onde o time vai e por quê.

E

Emoções

O ambiente psicológico que recarrega ou drena o time.

Literatura de base: arquitetura de escolha (Thaler e Sunstein, 2008), teoria da autodeterminação (Deci e Ryan, 2000), aprendizagem social e normas (Bandura, 1977, e Cialdini, 1991), definição de metas (Locke e Latham, 2002), e segurança psicológica (Edmondson, 1999).

A ciência é o meio. O que você contrata é o resultado dela.

O resultado

No fim, o líder sai sabendo fazer o que ele não sabia.

São as mesmas cinco da lista lá de cima, agora do lado de dentro. O que muda não é a opinião dele sobre liderança. É o que ele faz na segunda-feira, e o que isso muda no time dele.

O que ele passa a fazerO que isso resolve

Conduz o 1 a 1 e dá o feedback que muda comportamento

O erro é corrigido na semana em que acontece, não na avaliação do fim do ano.

Entra no conflito antes de ele virar silêncio

As duas pessoas voltam a se falar, e a entrega que dependia das duas volta a andar.

Fala com o time de um jeito que engaja

A mensagem chega inteira, e o time anda sem ele precisar repetir.

Delega com critério e devolve a decisão para quem é dela

O time decide o que é dele, e a mesa do líder deixa de ser o gargalo.

Lida com a própria emoção e sustenta o ambiente do time

O time traz o problema cedo, porque não tem medo da reação dele.

Isso aparece nos indicadores que a sua empresa já acompanha. Pessoas: turnover voluntário, engajamento e afastamento por saúde mental. Vendas: meta por vendedor e conversão por etapa do funil. Operações: produtividade e retrabalho. Atendimento: NPS. E na sua mesa: quanta decisão sobe até você em vez de ficar resolvida no nível certo.

E tudo isso entra na sua empresa em três níveis.

Como a gente trabalha

Três níveis. O que muda entre eles é quanto contato você tem com a gente.

A medição é a mesma nos três. O que cresce é o que a gente faz com o resultado.

DRIVE Scan

Mede

É o nível de menos contato, e é por onde quase toda empresa entra. Cada líder faz o diagnóstico dele e a análise do time dele, e a empresa recebe o retrato de como aquela liderança conduz hoje, com um encontro de análise junto.

DRIVE LAB

Educa

É o nível do meio. Os mesmos instrumentos, e aí o líder passa dois dias aprendendo a ler o próprio retrato e a agir sobre ele, mais três meses de plataforma para praticar o que o diagnóstico apontou.

DRIVE System

Transforma

É o nível de contato extremo. Seis meses dentro da sua empresa, com dois encontros individuais por líder, acompanhamento semana a semana, e remedição no fim com a mesma régua do começo.

O que você investe em um nível abate no seguinte. Começar pequeno não custa a medição duas vezes.

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Quem já confia

Quem trouxe o time, e o que ficou depois.

Os três abaixo contrataram e levaram a equipe.

Trouxe vários líderes da equipe e foi unanimidade. Nível de overdelivery absurdo. Entrega mais do que promete.

Luiz BritoCEO, Escopa Peritos em Campo

Reflete no faturamento e na relação interpessoal da equipe. Mudou completamente como a gente liderava. Venho do marketing e me surpreendi.

Igor KawabeDiretor de Marketing

Profissionalismo, competência, responsabilidade. Querer fazer o melhor. Não vi pontos de melhoria.

Lucas MontenegroCEO, Vivare Engenharia
Felipe Lisboa com seu diploma diante da London School of Economics.

Quem somos

Ciência do comportamento transformada em sistema.

A Tünn é uma empresa de desenvolvimento de liderança baseada em ciência comportamental. A gente não vende treinamento. A gente diagnostica, desenvolve, acompanha, e transforma comportamento em um sistema que dá para medir.

Idealizador da metodologia DRIVE

Felipe Lisboa

Mestre pela London School of Economics e engenheiro mecânico pela UFF, com especializações pela FGV e pela ESMT Berlin. Trabalhou com liderança e transformação organizacional no Brasil, na Alemanha, nos Estados Unidos, na Índia e no Japão, onde morou. O DRIVE nasceu dessa combinação entre rigor acadêmico e operação.

tun é fazer. Tünn é fazer acontecer.Tünn vem de tun, fazer em alemão. Os dois pontos são a marca gramatical que transforma fazer em fazer acontecer.

O próximo passo

A conta disso já está sendo paga, e ela chega sem nome.

Em uma conversa a gente mostra como isso é medido, e por onde começaria na sua empresa. Sem apresentação de empresa.