DRIVE Leadership, por Tünn

Transforme o comportamento da sua liderança em resultado.

A plataforma DRIVE desenvolve seus líderes pela ciência do comportamento, nos cinco mecanismos por trás do que um time entrega. E te dá a evolução do time na tela, mês a mês.

Tela inicial da plataforma DRIVE, com o perfil de liderança do usuário, a próxima ação recomendada e o progresso nas quatro etapas do ciclo.
Sequência de telas da plataforma DRIVE: Início, Meu Diagnóstico, Praticar e Certificado de conclusão.

O custo

Toda empresa já paga por ter líderes despreparados.

O preço aparece antes de qualquer treinamento ser comprado. Ele mora em três lugares que a sua empresa já mede: quem sai, quanto a meta entrega e o quanto cada área se parece com as outras.

Boa parte das saídas dava para evitar, segundo quem saiu

Numa pesquisa recente com profissionais que pediram demissão nos Estados Unidos, 42% disseram que o gestor ou a empresa poderia ter feito algo para evitar a saída (Gallup, 2024). Esse número não aparece na planilha de RH com o nome liderança. Aparece como custo de reposição, vaga aberta e conhecimento que sai pela porta junto com a pessoa.

O time entrega abaixo do que consegue

Nas unidades no quartil mais alto de engajamento, a lucratividade mediana é 23% maior que nas unidades do quartil mais baixo (Gallup, 2024). Quem decide o nível de engajamento de um time, dia a dia, é o líder direto dele. A meta que não bate raramente é falta de estratégia. É o comportamento de quem conduz o time todos os dias.

Cada área vira uma empresa diferente

Sem um padrão de liderança, cada gestor conduz o time do jeito dele. A mesma empresa entrega uma experiência numa área, e uma experiência completamente diferente na área ao lado, para o mesmo cliente e para a mesma vaga. É isso que o candidato sente na entrevista, e é isso que o cliente sente ao trocar de contato dentro da sua empresa.

Os sintomas

O líder despreparado não é um problema de atitude. É uma lista de coisas que ele não sabe fazer.

São as mesmas cinco, em qualquer empresa e em qualquer setor. Cada uma é um comportamento que o líder ainda não sabe executar, e cada uma tem um preço que a sua operação já paga hoje.

Fez o feedback 360 e o comportamento continua igual

O mesmo erro se repete por meses, até alguém ser desligado por algo que dava para corrigir numa conversa.

Passou pelo treinamento de gestão de conflitos e ainda evita o conflito

As duas pessoas param de se falar, o time escolhe lado, e a entrega que depende das duas trava.

Aprendeu comunicação não violenta e a conversa difícil continua sendo adiada

O assunto vira uma rescisão e uma reposição, no lugar de uma conversa de vinte minutos.

Treinou gestão do tempo e continua sendo ele quem decide tudo

Ele trabalha as horas do time inteiro, e o time entrega abaixo do que consegue.

Fez inteligência emocional e a reação dele ainda vira a temperatura da sala

A má notícia demora para chegar até ele, e quando chega, já ficou cara.

A resposta padrão para essa lista é comprar mais um treinamento. Os cinco cursos que dão nome aos cartões acima já foram comprados, e o comportamento continua o mesmo.

Por que treinamento não resolve

Treinamento ensina o que fazer. Não muda como o líder decide no automático.

Cada um desses cinco cursos ensinou a técnica certa. O feedback 360 ensinou o modelo de feedback. A comunicação não violenta ensinou a estrutura da conversa difícil. Na segunda-feira seguinte, sob pressão, o líder volta a fazer o que sempre fez, porque a técnica ficou na cabeça e o hábito ficou no corpo.

Isso acontece porque a maior parte da decisão de um líder não passa pela parte consciente. É viés na hora de dar o feedback, é padrão de reação sob pressão, é heurística na hora de priorizar a meta. Treinamento fala com a parte que decide o que fazer. O comportamento do dia a dia é comandado pela parte que decide sem pedir permissão.

Sem reforço, o que foi instalado se perde rápido. Dias depois de um treinamento, boa parte do que foi aprendido já foi esquecida. É a curva do esquecimento, descrita por Hermann Ebbinghaus há mais de um século. Sem prática espaçada no tempo, o conteúdo volta pra apostila, e o comportamento volta a ser o de antes.

Comportamento não se muda em um evento. Se instala em um sistema.

Como funciona

Veja o sistema por dentro.

Em pouco mais de dois minutos, o percurso completo de um líder na plataforma: como ela diagnostica, capacita, fixa e acompanha o comportamento da sua liderança.

Um sistema, não um curso

O ciclo completo de desenvolvimento de liderança, em um só lugar.

Cada líder entra, é diagnosticado, treina, fixa o novo comportamento e sai com um plano de ação. E você acompanha tudo. Não é uma aula que termina, é um sistema que roda.

01

Diagnosticar

Um raio-x comportamental de cada líder: arquétipo e pontuação nos 5 mecanismos.

02

Capacitar

A teoria DRIVE aplicada, pilar por pilar, no ritmo de cada líder.

03

Fixar

Prática diária que instala o comportamento com o rigor de um motor, não pela força de vontade.

04

Implementar

Um plano de ação personalizado pelo diagnóstico de cada líder.

O que muda pra você

Cinco coisas que só um sistema de comportamento entrega.

01 · Diagnóstico

Cada líder começa por um raio-x, não por achismo.

Antes da primeira aula, cada líder recebe um diagnóstico comportamental completo: seu mapeamento cognitivo (como ele pensa e decide), seu arquétipo de liderança, sua pontuação nos 5 mecanismos e um relatório que mostra onde ele trava o próprio time. É essa leitura que define o que funciona com ele e com o time dele. O desenvolvimento parte de dado, não de suposição.

Tela Meu Diagnóstico: radar dos cinco mecanismos DRIVE, arquétipo de liderança e a pontuação por pilar.

02 · Prática que fixa

O comportamento é instalado com prática diária, não explicado numa palestra.

Aqui está o motivo de o treinamento comum evaporar: ninguém pratica depois. A plataforma transforma cada pilar em missões diárias, com um placar que reconhece consistência e cobra o que ficou pra trás. É o que faz o novo comportamento virar hábito, e não uma lembrança do evento.

Tela Praticar: trilha dos cinco pilares, créditos acumulados, índice de consistência e sequência de dias com prática.

03 · Plano de ação

Cada líder sai com um plano feito pro perfil dele.

O sistema cruza o diagnóstico de cada líder com o banco de ações de liderança e monta um plano personalizado: as ações certas, na ordem certa, pra fechar as lacunas daquele líder. Nada de plano genérico de PDF.

Tela Aplicar: o plano de ação do líder, com o foco definido pelo diagnóstico e o progresso das ações.

04 · Acompanhamento

Você acompanha a evolução do time. Sem virar vigia.

Pela primeira vez, RH e gestão veem o desenvolvimento de liderança acontecer: o engajamento e a evolução de cada líder, de forma agregada, na tela. Você enxerga quem avança e quem precisa de atenção, sem acessar nenhuma resposta privada. Desenvolvimento de liderança deixa de ser fé e passa a ser acompanhável.

Painel de Equipe: consistência média do time, quantos líderes estão praticando, quantos esfriaram, a distribuição de arquétipos e o engajamento de cada líder.

05 · Conclusão

A capacitação tem fim, com registro de conclusão.

Ao fechar o ciclo, cada líder recebe um certificado de conclusão assinado pela Tünn. Um começo, um percurso e um fim documentado, não um acesso que se perde no tempo.

Certificado de conclusão emitido pela plataforma, com o nome do líder, o programa e a assinatura DRIVE Leadership by Tünn.

E cada líder com acesso à plataforma entra no Tünn Corporate, a camada de benefícios com descontos de marcas parceiras. Um ganho a mais pro time que, muitas vezes, já cobre a mensalidade.

DRIVE Coach

Um coach que já leu o seu diagnóstico e conhece o seu time.

Ele não começa perguntando quem é você. Ele chega sabendo: o seu arquétipo, a sua pontuação nos cinco mecanismos, as vinte e cinco práticas que você avaliou no seu time e o plano que está na sua mão. A conversa começa no seu caso, e não no exemplo de um livro.

Ele já sabe quem você é

Chega com o seu arquétipo de liderança e a sua pontuação nos cinco mecanismos. Você não gasta a conversa explicando o contexto antes de conseguir ajuda.

E conhece o seu time

As vinte e cinco práticas que você avaliou, uma a uma, com o que já existe e o que ainda não existe. O exemplo que ele usa para ensinar é o seu, e não um caso genérico.

Você escolhe como quer ser ajudado

Sobre quem é a conversa, qual o tema, e se você quer que ele te faça pensar ou que ele diga o que fazer. Feedback, conversa difícil, conflito, delegação.

E ela termina em ação

Você sai do diálogo com uma ação escrita no seu plano, com data e com o sinal do que observar. Não é um conselho que se perde ao fechar a tela.

Ele é especialista em seis situações de liderança, e são as que aparecem na sua semana

  • Feedback e conversa difícil
  • Conflito no time
  • Comunicação que muda comportamento
  • Segurança psicológica
  • Delegação e autonomia
  • Decisão sob pressão
Tela do DRIVE Coach: a saudação que diz que ele conhece o time e o diagnóstico do líder, os seis temas de conversa e o campo para escrever a situação.

Ele enxerga exatamente o que você já enxerga nas suas telas, e nada além. A sua conversa fica na sua conta, e a Tünn vê quantas conversas você teve, nunca o conteúdo. É uma camada opcional do DRIVE System.

Por que funciona

Cinco mecanismos comportamentais moldam o que um time faz. O DRIVE age sobre os cinco.

Não é opinião sobre gestão. Cada mecanismo se apoia em literatura comportamental com autor e data, e o DRIVE é a ferramenta que a Tünn usa para medir onde cada um está no seu time, treinar o que falta e acompanhar o que muda. O que o método ainda não demonstrou, dizemos antes de você perguntar.

D

Defaults

Os hábitos e rituais que guiam o time no automático.

Literatura de base: arquitetura de escolha. Thaler e Sunstein, 2008.
R

Rewards

O que a empresa de fato reconhece e reforça.

Literatura de base: teoria da autodeterminação. Deci e Ryan, 2000.
I

Influência

O que se aprende por osmose com líderes e pares.

Literatura de base: aprendizagem social e normas. Bandura, 1977, e Cialdini, 1991.
V

Valores e Metas

A clareza de para onde o time vai e por quê.

Literatura de base: definição de metas. Locke e Latham, 2002.
E

Emoções

O ambiente psicológico que recarrega ou drena o time.

Literatura de base: segurança psicológica. Edmondson, 1999.

Formação do autor do método

London School of Economics FGV ESMT Berlin executivo na Mercedes-Benz

O resultado

No fim, o líder sai sabendo fazer o que ele não sabia.

São as mesmas cinco coisas da lista lá de cima, agora do lado de dentro. O que muda não é a opinião dele sobre liderança. É o que ele faz na segunda-feira, e o que isso muda no time dele.

Conduz o 1 a 1 e dá o feedback que muda comportamento

O erro é corrigido na semana em que acontece, não na avaliação do fim do ano.

Entra no conflito antes de ele virar silêncio

As duas pessoas voltam a se falar, e a entrega que dependia das duas volta a andar.

Tem a conversa difícil na hora certa, sem esperar o assunto explodir

A conversa de vinte minutos substitui a rescisão e a reposição.

Delega com critério e devolve a decisão pra quem é dela

O time decide o que é dele, e a mesa do líder deixa de ser o gargalo.

Se mantém firme sob pressão, e a sala segue a referência dele

A má notícia chega cedo, quando ainda cabe decisão, e não só remédio.

Isso aparece nos indicadores que a sua empresa já acompanha. Em Pessoas, no turnover voluntário, no engajamento e no afastamento por saúde mental. Em Vendas, no atingimento de meta por vendedor e na conversão em cada etapa do funil. Em Operações, na produtividade e no retrabalho. Em Atendimento, no NPS. E na sua mesa, na quantidade de decisão que sobe até você em vez de ficar resolvida no nível certo.

Quem somos

Ciência do comportamento transformada em sistema.

A Tünn é uma empresa de desenvolvimento de liderança baseada em ciência comportamental. Não vende somente treinamento; diagnostica, desenvolve, acompanha e transforma comportamento em um sistema mensurável.

O DRIVE organiza esse trabalho em um ciclo contínuo: diagnosticar, praticar, aplicar e acompanhar. A tecnologia sustenta o processo, e a realidade de cada líder determina o caminho.

O nome

O nome já é o método.

Tünn vem de tun, o verbo alemão para fazer, da mesma raiz indo-europeia que deu o nosso "fazer". Em alemão, o trema é o que transforma um verbo de ação em um verbo de causar ação: fallen é cair, fällen é derrubar. Dois pontos separam quem executa de quem faz executar. A palavra não existe no alemão padrão, foi construída.

tun é fazer. Tünn é fazer acontecer.

O símbolo repete o mesmo movimento. Um balão de fala com três pontos é conversa em andamento. Com um ponto só, é conversa que virou ação.

Idealizador da metodologia DRIVE

Felipe Lisboa

Mestre pela London School of Economics e engenheiro mecânico pela UFF, com especializações pela FGV e ESMT Berlin, Felipe Lisboa é o idealizador da metodologia DRIVE. Ao longo de sua carreira, acumulou experiência em liderança, transformação organizacional e tecnologia em contextos internacionais que incluem Brasil, Alemanha, Estados Unidos, Índia e Japão, onde também viveu. Dessa combinação entre rigor acadêmico e experiência prática nasceu o DRIVE, framework de ciência comportamental que orienta as soluções da Tünn para o desenvolvimento de líderes.

Felipe Lisboa com seu diploma diante da London School of Economics.

Infraestrutura inteligente

Uma camada de inteligência opera por trás de toda a jornada.

Agentes de IA e automações conectam diagnóstico, aprendizagem, prática e acompanhamento. Essa infraestrutura transforma dados de evolução em recomendações personalizadas, organiza o conhecimento da Tünn e mantém o método DRIVE consistente em cada etapa, sempre sob direção humana.

Personaliza o percurso Conecta dados e conhecimento Acompanha a evolução

Quem já confia

A liderança muda o comportamento primeiro. O faturamento responde depois.

Os depoimentos abaixo são de líderes que trouxeram o time e viram o comportamento mudar. Não é elogio ao evento, é relato do que ficou depois.

Trouxe vários líderes da equipe e foi unanimidade. Nível de overdelivery absurdo. Entrega mais do que promete.

Luiz BritoCEO · Escopa Peritos em Campo

Reflete no faturamento e na relação interpessoal da equipe. Mudou completamente como a gente liderava. Venho do marketing e me surpreendi.

Igor KawabeDiretor de Marketing

Profissionalismo, competência, responsabilidade. Querer fazer o melhor. Não vi pontos de melhoria.

Lucas MontenegroCEO · Vivare Engenharia

O próximo passo

Pare de treinar liderança. Comece a instalar o comportamento que fica.

Comportamento que gera resultado, instalado por ciência e acompanhado na tela. Fale com nossos especialistas e veja como o DRIVE se aplica à realidade da sua empresa.

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