A plataforma DRIVE

O lugar onde o comportamento do líder se instala.

Ela diz ao líder qual é a prioridade dele nesta semana, registra o que aconteceu de verdade, e mede de novo no fim com a mesma régua do início. O trabalho dele continua sendo com o time.

Sequência de telas da plataforma DRIVE: o início da jornada do líder, o diagnóstico, o acompanhamento da semana e o reconhecimento.

As telas e os relatórios desta página são da nossa conta de demonstração.

E ela sabe qual é a prioridade dele porque começou medindo.

Onde ela começa

Ela começa sabendo como o seu líder pensa e como o time dele funciona.

De cara, duas medições. Um diagnóstico cognitivo de liderança, que mostra como ele pensa e como ele decide sob pressão. E uma avaliação rigorosa do time, prática por prática, respondida com o time junto. Quatro relatórios saem disso, e todos ficam com ele.

O seu diagnósticoComo ele lidera e como ele decide
O retrato do timeVinte e cinco práticas, uma a uma
Cada pessoaOnde cada um trava, e o que fazer
O relatório do lideradoRespondido por ele, e dele

Nenhum líder sai daqui com o mesmo retrato do colega ao lado.

O que o retrato vira

Cada líder recebe um plano de ação feito a partir do diagnóstico dele.

O sistema cruza o retrato de cada líder com o banco de ações de liderança e monta um plano só dele. Cada ação vem com o pilar que ela trabalha, o esforço que pede, o impacto que tem, o tempo que leva, e o porquê científico por trás dela. Não é um plano que alguém digitou à mão.

Plano de ação do líder na plataforma DRIVE, com as ações numeradas, o pilar de cada uma, o esforço, o impacto, o tempo que leva e o link para ver a ciência e um exemplo.
Cada ação traz o pilar, o esforço, o impacto, o tempo, e o link para a ciência e um exemplo.

E ela não entrega o plano inteiro de uma vez. A tela diz o que fazer hoje e o que a semana pede, uma coisa por vez, na ordem que o diagnóstico apontou. O líder entra, vê a prioridade, e volta a trabalhar.

Tela inicial da plataforma DRIVE, com a tarefa do dia do líder e o progresso dele na jornada.

O que ela não pede dele

  • Passar o dia aqui dentro
  • Alimentar o sistema com informação
  • Garimpar numa biblioteca o que assistir
  • Interpretar sozinho um painel cheio de número

O que ela entrega a ele

  • A ação da semana, escolhida pelo diagnóstico dele
  • A ciência e um exemplo de como fazer
  • O registro do que ele de fato fez
  • A régua que mede o time no início e de novo no fim

Uma ação por semana, e o registro de que ela aconteceu. É isso que ela pede dele.

Como o plano vira hábito

Plano no papel não muda ninguém. O que muda é o que acontece nas semanas seguintes.

Entre receber o plano e o comportamento mudar existem duas coisas, e é exatamente aí que quase todo programa de liderança para.

Educar

O conteúdo lido contra o retrato dele

Cada líder chega na aula sabendo o que falta nele, porque o diagnóstico veio antes. O conteúdo é lido contra o retrato dele, e não contra a média da sala.

Tela de conteúdo da plataforma DRIVE, com a trilha organizada pelos cinco pilares.
Fixar

O check-in que cobra o que ficou sem resposta

Toda semana ela pergunta se aconteceu, e com quem. Ele marca os nomes do time em segundos. Se um ciclo fechar sem resposta, ela avisa na próxima vez.

Tela de acompanhamento da plataforma DRIVE, com o ritual semanal e os nomes do time para marcar quem já foi atendido na semana.

E tem uma coisa aqui dentro que não existia em lugar nenhum.

DRIVE Coach

Seu coach particular. Não é uma inteligência artificial com quem você conversa, é um jeito novo de aprender a liderar.

A aula ensina o conceito para a sala inteira. O Coach ensina para você, usando o seu time como exemplo. Ele chega sabendo o seu arquétipo, a sua pontuação nos cinco mecanismos, as vinte e cinco práticas que você avaliou no seu time, o histórico de cada pessoa, e os compromissos que você tem em andamento. Tudo num lugar só.

Tela do DRIVE Coach com os seis temas em que ele é especialista: feedback e conversa difícil, conflito no time, comunicação que muda comportamento, segurança psicológica, delegação e autonomia, e decisão sob pressão.
Seis situações de liderança, e são as que aparecem na semana dele.
Ele ensaia com você antes

Você diz a conversa que vai ter, e ele faz o papel da outra pessoa. Você erra ali, e não na frente do seu liderado.

O exemplo é o seu time

Uma inteligência artificial genérica dá um exemplo inventado. Ele cita a prática que falta no seu time e a pessoa que você avaliou.

Ele lembra de você

O histórico das conversas fica, então a próxima começa de onde a última parou. Ele não pergunta duas vezes quem você é.

Termina em ação, não em conselho

A conversa vira uma ação escrita no seu plano, com data e com o sinal do que observar.

Você aprende conversando sobre o seu caso, e não assistindo alguém explicar o caso dos outros.

A medição que se repete

E o time responde de novo, com a mesma régua, para você ver a linha subir.

A cada ciclo o time avalia as mesmas vinte e cinco práticas. A plataforma guarda cada medição, desenha a linha, e diz quantas práticas subiram de nível e quantas caíram desde o começo.

Gráfico de evolução do índice de maturidade de um time na plataforma DRIVE, saindo de 64 na primeira medição para 91 na terceira, com mais 27 pontos no total e 15 práticas que subiram de nível.
Três medições do mesmo time, de 64 para 91. Quinze práticas subiram de nível, e nenhuma caiu.

É isso que separa acompanhar de achar que melhorou.

O painel de quem contratou

Você acompanha a evolução do time sem virar vigia.

Você vê quantos líderes estão praticando, a consistência de cada um, e quem esfriou. É o que você precisa para agir antes de o programa morrer sozinho.

E você não vê o que o líder escreve. As reflexões dele nas missões são privadas e não aparecem no painel. Sem essa garantia ele não responde a verdade, e um diagnóstico respondido pela metade não serve para nada.

Painel do gestor, com a consistência de cada líder do time e quem está praticando.

O reconhecimento

Cinco moedas, e elas destravam benefício de verdade.

Uma moeda para cada mecanismo do DRIVE, e cinco graus dentro de cada uma. O primeiro pede noventa dias de prática sustentada. O último pede setecentos e vinte, que são dois anos. Nenhum deles se compra com presença em aula. E férias não derrubam o que o líder já sustentou.

As cinco moedas do DRIVE, uma para cada mecanismo, com o grau conquistado em cada uma.
Trilho, Sino, Farol, Bússola e Abrigo. E existe uma sexta, que só abre para quem domina os cinco.
Noventa dias para o primeiro, dois anos para o último

Bronze aos 90 dias, Prata aos 180, Ouro aos 270, Platina aos 450, Diamante aos 720. A conta é de dias sustentados acima do limiar, e não de dias com a plataforma aberta.

Do Ouro para cima, quem assina é o time

Os dois primeiros graus saem da cadência do próprio líder. Do Ouro em diante ele só sobe se os liderados responderem que aquilo aconteceu com eles, e a exigência cresce a cada grau.

O que ele conquistou não é tirado dele

A conquista fica. O que oscila é a pontuação do mês, que cai sozinha quando ele para, e a plataforma avisa antes: a cobertura caiu, faltam oito dias.

A moeda vale fora da plataforma

O grau destrava desconto em parceiros da Tünn Corporate e as premiações que a empresa coloca em cima do desenvolvimento dele. Não é certificado para a parede.

Não é o líder marcando que fez. É o time dizendo que sentiu.

O dado

O que o líder escreve fica com o líder.

O que sobe para a empresa são os números do perfil dele e a atividade. O que ele escreve com as próprias palavras não sai para o RH nem para o chefe. E o liderado responde por um link individual, para ele mesmo, e o conteúdo dele não vai para o líder.

Na conversa com o DRIVE Coach, a plataforma diz isso na própria tela antes de você escrever a primeira linha: a conversa fica na sua conta, só você lê, e a Tünn vê quantas conversas houve e nunca o conteúdo.

Sem essa garantia ninguém responde a verdade, e aí não há o que medir.

Tünn Corporate

O Tünn Corporate. Quem tem acesso à plataforma leva desconto em parceiros.

Uma camada de vantagem corporativa para os líderes do programa, com parceiros que liberam desconto em produtos e serviços. As primeiras parcerias estão fechadas e outras estão a caminho.

Tela de benefícios da plataforma DRIVE, com os parceiros que oferecem desconto para quem tem acesso.

O próximo passo

A plataforma é o meio. O que você contrata é a mudança.

Ela entra junto com o programa, e não se vende sozinha. Em uma conversa a gente mostra como a sua liderança é medida e por onde começaria na sua empresa.

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